Com o cruzamento de informações e verificação detalhada, os militares confirmaram a verdadeira identidade do suspeito e a existência de um mandado de prisão em aberto. Além da condenação pelo homicídio, havia contra ele ordem judicial por roubo, com regressão ao regime fechado, expedida pela 3ª Vara Criminal de Araguaína. A pena restante ultrapassa 11 anos de reclusão.
Durante patrulhamento na Avenida Tiradentes, no bairro São João, a equipe localizou o suspeito e realizou a abordagem. Mesmo diante da ação policial, ele voltou a apresentar um nome falso — estratégia já utilizada anteriormente. Após a confirmação oficial da identidade e da ordem judicial vigente, os policiais deram voz de prisão e o conduziram à Central de Flagrantes de Araguaína, onde permanece à disposição da Justiça para cumprimento da pena.
Crime que marcou Araguaína
O professor Fabriciano Borges Correia, de 39 anos, foi encontrado morto na manhã de 8 de março de 2012, dentro de sua residência, em Araguaína. Ele foi vítima de homicídio por enforcamento e estava com pés e mãos amarrados com fios de energia elétrica.
Com o cruzamento de informações e verificação detalhada, os militares confirmaram a verdadeira identidade do suspeito e a existência de um mandado de prisão em aberto. Além da condenação pelo homicídio, havia contra ele ordem judicial por roubo, com regressão ao regime fechado, expedida pela 3ª Vara Criminal de Araguaína. A pena restante ultrapassa 11 anos de reclusão.
Durante patrulhamento na Avenida Tiradentes, no bairro São João, a equipe localizou o suspeito e realizou a abordagem. Mesmo diante da ação policial, ele voltou a apresentar um nome falso — estratégia já utilizada anteriormente. Após a confirmação oficial da identidade e da ordem judicial vigente, os policiais deram voz de prisão e o conduziram à Central de Flagrantes de Araguaína, onde permanece à disposição da Justiça para cumprimento da pena.
Crime que marcou Araguaína
O professor Fabriciano Borges Correia, de 39 anos, foi encontrado morto na manhã de 8 de março de 2012, dentro de sua residência, em Araguaína. Ele foi vítima de homicídio por enforcamento e estava com pés e mãos amarrados com fios de energia elétrica.
Conforme as investigações da época, os fios utilizados foram retirados de um ventilador e de uma extensão da própria casa. Sobre o corpo havia um envelope amarelo com a palavra “cagueta”, além de documentos pessoais, faturas e talonários espalhados pelo local.
A perícia recolheu vestígios que foram fundamentais para o avanço das investigações e posterior responsabilização dos envolvidos.
Quem era a vítima
Natural de Floriano (PI), Fabriciano morava sozinho em Araguaína. Professor das redes municipal e estadual, era filiado ao Partido dos Trabalhadores e tinha atuação destacada nos movimentos sindical e LGBT.
Ele dedicou mais de uma década à defesa dos direitos dos trabalhadores da educação no Tocantins, com participação ativa no Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado do Tocantins (SINTET) e em conselhos comunitários.
Mais de uma década após o crime que marcou a história recente de Araguaína, a prisão do condenado reacende a memória de um caso que mobilizou a sociedade local. A Polícia Militar destacou que o trabalho de inteligência aliado ao patrulhamento ostensivo tem sido decisivo para localizar foragidos e garantir o cumprimento de decisões judiciais.



