A Justiça Eleitoral determinou nesta sexta-feira (20) a retirada imediata de um vídeo com informações falsas que relacionavam a senadora Professora Dorinha ao Banco Master. À frente nas pesquisas para o Governo do Tocantins, Dorinha é a única que tem enfrentado uma ofensiva coordenada de desinformação, marcada por ataques pessoais e familiares fora das regras eleitorais.
A ação foi movida após o pré-candidato Ataídes de Oliveira veicular em suas redes sociais (Instagram e TikTok) um vídeo que, segundo a decisão judicial, distorce fatos e ataca a honra da pré-candidata. No vídeo, um evento partidário legítimo do União Brasil, agendado para o dia 27 de março, foi falsamente rotulado como "Reunião do Banco Master". A publicação utilizou uma montagem para associar a imagem da Senadora a um recente escândalo financeiro, com o objetivo de criar uma narrativa enganosa e prejudicial perante o eleitorado.
Em sua decisão, a Juíza Carolynne de Macedo Oliveira destacou que o conteúdo ultrapassa os limites da crítica política, configurando uma "disseminação deliberada de desinformação, ofensa à honra alheia e violação à competição eleitoral paritária". A magistrada determinou que Ataídes de Oliveira remova a publicação de seus perfis no prazo de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00.
Na ação, o União Brasil demonstrou que a Senadora Dorinha tem sido alvo de uma campanha sistemática e coordenada de desinformação, com ataques pessoais e familiares, em desrespeito à legislação eleitoral.
Segundo o advogado Leandro Manzano, que representa o partido no caso, a decisão é uma garantia para a lisura do processo eleitoral. "A Senadora Dorinha tem sido alvo de uma sistemática e coordenada veiculação de conteúdos de desinformação nas redes sociais, com ataques pessoais e em sua família, em evidente desrespeito à legislação eleitoral", afirmou. "Aquele que se propõe a iniciar o debate público de ideias junto à sociedade, nesta fase anterior às eleições, precisa ter respeito aos demais pré-candidatos e, acima de tudo, à legislação. Vamos combater de forma veemente esse tipo de conduta", concluiu Manzano.



