Ação Policial

Preso no RJ suspeito de atropelar e matar mulher em faixa de pedestre em Araguaína

Mandado foi cumprido após conclusão de inquérito da Polícia Civil

Investigado J.R.S., conhecido como Varetinha, preso pela Polícia Civil do Tocantins em cumprimento a mandado judicial.
Foto: AN

A PC-TO prendeu, nesta segunda-feira, 9, o investigado J.R.S., conhecido como Varetinha, de 20 anos, suspeito de atropelar e matar Daiane Alves da Silva, de 44 anos. O acidente fatal ocorreu em 10 de junho de 2025, na Rua dos Jatobás, no setor Araguaína Sul, em Araguaína.

A prisão do investigado ocorreu na cidade de Cabo Frio, no Estado do Rio de Janeiro, com apoio de equipes da Polícia Civil fluminense. O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Araguaína, no curso da ação penal que investiga o caso.

Dinâmica do crime

De acordo com a Polícia Civil, a motociclista Daiane Alves foi atingida por uma motocicleta enquanto atravessava a via na faixa de pedestres da Rua dos Jatobás. Ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital Regional de Araguaína (HRA), onde permaneceu internada por oito dias, mas não resistiu aos ferimentos, tendo o óbito confirmado em 14 de junho.

As investigações conduzidas pela 28ª Delegacia de Polícia apontaram que J.R.S. conduzia a motocicleta em velocidade superior à permitida para a via e sem possuir habilitação. Após a colisão, o condutor deixou o local sem prestar socorro à vítima. Com a conclusão do inquérito, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, medida acolhida pelo Poder Judiciário.

Responsabilização penal

De acordo com o delegado da 28ª Delegacia de Polícia de Araguaína, Thiago Xavier, responsável pelo caso, a prisão preventiva reforça a responsabilização penal do investigado e a resposta do Estado diante da gravidade do caso.

“A Polícia Civil concluiu a investigação, reuniu elementos que demonstram a conduta altamente imprudente do investigado e representou pela prisão preventiva, medida acolhida pelo Poder Judiciário. O cumprimento do mandado no Rio de Janeiro assegura a continuidade do processo criminal e a devida responsabilização pelo crime que resultou na morte da vítima”, destacou.

Após o cumprimento do mandado, o investigado foi recolhido ao sistema prisional no Estado do Rio de Janeiro, onde permanece à disposição da Justiça até o recambiamento ao Tocantins.