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O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Jorge Mussi, negou Habeas Corpus (HC) ao farmacêutico Robson Barbosa da Costa (32 anos). Com isso, o suspeito de encomendar a morte do advogado Danillo Sandes Pereira (30 anos), permanece preso em Araguaína.
O HC foi protocolado pelo advogado Wendel Araújo de Oliveira no dia 22 de setembro. E a decisão de caráter liminar foi proferida pelo ministro da Quinta Turma do STJ em Brasília-DF, no último dia 28 e divulgada nesta terça-feira (3).
Este é o segundo pedido de liberdade negado a Robson. O primeiro foi no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO) e o segundo através de liminar pelo ministro do STJ. Agora, a defesa de Robson entrou com Agravo Regimental para que o HC seja analisado no pleno da Quinta Turma do STJ.
EntendaRobson foi preso no dia 28 de agosto em Marabá (PA) por suspeita de encomendar a morte do advogado Danilo Sandes. Ele foi executado com dois tiros na nuca e o corpo encontrado próximo a TO-222, no dia 25 de julho deste ano. Já os suspeitos de executar o crime são três PMs. Eles foram presos em Marabá (PA), no último dia 21. São eles: Rone Marcelo Alves Paiva, Wanderson Silva de Sousa e João Oliveira dos Santos Júnior.
O farmacêutico Robson permanece preso em Araguaína. Já os três PMs foram transferidos para a capital Palmas. Segundo o delegado José Rérisson Macedo, titular da Delegacia de Homicídios de Araguaína, as provas do envolvimento deles no crime são irrefutáveis.
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